A música sai, o violão tange, mas a voz não.
O que tenho a dizer deverá ser compreendido apenas pela melodia,
Não por escolha minha, mas em função do embargo à voz,
Que renitente repetia velha cantilena, sem se fazer entender,
Sem ter a mesma eficácia de tola e simples melodia,
Que em meu nome chora todas as minhas dores imaginárias,
Celebrando os problemas que eu mesmo criei ou transformei em quimeras,
Não que sejam mentiras, pois tenho que vencê-los,
Mas por crer que, apesar de sua falsa-existência, sejam capazes de produzir a infelicidade.
O que tenho a dizer deverá ser compreendido apenas pela melodia,
Não por escolha minha, mas em função do embargo à voz,
Que renitente repetia velha cantilena, sem se fazer entender,
Sem ter a mesma eficácia de tola e simples melodia,
Que em meu nome chora todas as minhas dores imaginárias,
Celebrando os problemas que eu mesmo criei ou transformei em quimeras,
Não que sejam mentiras, pois tenho que vencê-los,
Mas por crer que, apesar de sua falsa-existência, sejam capazes de produzir a infelicidade.
Nemo tenetur se detegere