Dor.
O silêncio.
O silêncio.
O silêncio!
Por que é tão ensurdecedor?
Por que dói tanto o que ele vem dizer?
Nem o som que vem da rua é capaz de afugentá-lo, nem mesmo se eu próprio cantar.
Te odeio, te amo, não sei viver contigo.
O silêncio nunca está quieto, nunca é indiferente, nunca nos priva de sua presença.
Repercute em meus tímpanos e terminações nervosas,
Provoca meus sentimentos que estão no escuro.
E eis que temos então, o escuro. O escuro!